terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Consumerização e Nuvem: Qual o futuro dos sistemas e computadores dentro das empresas?

O termo "consumerização" para ser um pouco mais esquisito precisaria de um acento. Contudo, é muito normal encontramos pessoas que vão para o trabalho com dois ou três aparelhos de celular, notebook e até um tablet. A mochila muitas vezes fica pesada de tantos equipamentos, normalmente cheios de (i) iPhone, iPad, iPod, etc...
O alto consumo de tecnologia está empurrando para dentro das empresas nossos aparelhos pessoais, até mesmo porque muitas delas possuem infraestrutura sucateada, com computadores grandes e lentos. Esta discussão, como já posso prever, vai além dos muros   das certezas e verdades, mas uma coisa todos devem concordar: porque gastar duas vezes?

Antes de debater sobre o assunto consumerização é necessário estabelecer o prato sobre a qual nosso garfo e faca irão repousar:
Primeiro é que os sistemas devem estar em nuvem.
Se a intenção é possibilitar que seu sistema de informação funcione na maioria dos dispositivos, a primeira coisa a considerar é se ele está preparado para funcionar na nuvem. Isto não significa fazer remendos e customizações no core, mas sim migração para servidores em nuvem, rodando em protocolos de Internet.
A segunda coisa implícita é que estes sistemas devem ser resilientes, ou seja, apenas um software, mas possibilitando que para cada dispositivo que queira usá-lo aconteça automaticamente uma mudança, dando impressão para seus usuários de vários softwares, um para cada tipo de dispositivo.
Esta estratégia trará o foco para o que podemos chamar de aderência, ou seja, eu quero usar o meu equipamento (Smartphone ou Tablet) mas se o software não está preparado para meu equipamento eu não faço a adesão dele.
Voltando a discussão sobre a consumerização, partimos do princípio que se toda essa infraestrutura de nuvem e sistemas estiverem implementadas, o passo para que os colaboradores de sua empresa usem seus equipamentos com segurança para ambas as partes, é apenas uma questão de sim ou não. Alerto que no time do sim jogam a fácil adaptação, a economia de recursos de hardware e até mesmo a ampliação da jornada de trabalho. Imaginem quem irá resistir ir ao cafezinho, ou mesmo desfilar dentro da empresa, sem ler em seu tablet ou smartphone um e-mail.

A coisa pode viciar ainda mais!
Mas afinal, não é isso que as empresas querem?

Até a próxima.

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